CerradinhoBio entre as 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil

A Cerradinho Bioenergia S/A foi classificada no seleto ranking das 150 Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil na pesquisa realizada pela Revista Você S/A – Exame. Esta premiação reflete a percepção positiva dos seus colaboradores em relação à companhia, que em menos de uma década já figura como um dos maiores players do setor de bioenergia no país.

Este ano, aproximadamente 500 empresas participaram da pesquisa. Critérios como Práticas de Gestão de Pessoas, Reconhecimento e Recompensa, Carreira, Liderança, Clima organizacional, Desafios e Perspectivas, entre outros, foram avaliados através de pesquisa com todo efetivo da empresa, e entrevistas com grupos de colaboradores e gestores, realizadas por especialistas e jornalistas da publicação. Deste total, saíram os 150 classificados. A cerimônia do Prêmio aconteceu no dia 06 de novembro, em São Paulo.

Na análise do presidente, Paulo Motta, estar neste seleto ranking é motivo de satisfação. “A CerradinhoBio é uma organização jovem e dinâmica, que tem crescido consistentemente e tem perspectiva positiva para os seus negócios. É claro o comprometimento de nossas equipes, sempre engajadas em busca dos melhores resultados. Este reconhecimento público nos fortalece. É uma demonstração clara de que estamos no caminho certo”, avalia.

Localizada em Chapadão do Céu/GO desde 2009, tem hoje 2.800 colaboradores, entre diretos e indiretos.  Produz etanol, bioenergia e também investe no setor de logística para escoar seus produtos. Tem uma administração profissionalizada que incentiva continuamente o aprimoramento de suas equipes e aposta em tecnologias para dinamizar seus processos.

Tão importante quanto esta indicação, gerar valores para as comunidades onde está inserida e contribuir para a preservação do meio ambiente são pautas diárias da companhia que trabalha em prol de um futuro sustentável.

Assessoria de imprensa

CRV Industrial publica iniciativas socioambientais

Dia após dia, a CRV Industrial se preocupa em desenvolver ações que colaborem com a preservação do meio ambiente e gerem impactos positivos na sociedade. Pensando nisso, a usina reuniu todas as suas iniciativas no Relatório de Sustentabilidade 2015/2016, publicado com o intuito de informar as práticas alinhadas com a missão, visão e valores da empresa.

Entre os principais pilares estão a ética, transparência e respeito à vida. O objetivo é alcançar os melhores resultados junto aos nossos colaboradores, clientes, parceiros e a comunidade. A usina se orgulha de gerar emprego e renda e contribuir para o desenvolvimento socioeconômico e sociocultural do município de Carmo do Rio Verde (GO) e região.

O Diretor-Presidente da CRV Industrial, Paulo Fernando Cavalcanti de Morais, comenta que conta com uma equipe competitiva, comprometida e motivada a buscar de novos desafios. “Embora competitivos, somos por excelência, colaborativos! Sabemos dar as mãos e ajudarmos uns aos outros sempre que necessário.“

Entre as iniciativas que se destacam, estão as ações de sustentabilidade ambiental, como o viveiro florestal, além de condutas pautadas pela igualdade e competência, como a valorização da mão de obra feminina, gestão de pessoas transparente, respeito aos colaboradores e comunidade, certificações de produção e reconhecimentos nacionais da qualidade não só dos produtos como as interferências de sua produção no meio em que está inserido.

Venda de etanol hidratado segue aquecida

A moagem de cana-de-açúcar pelas unidades produtoras do Centro-Sul atingiu 38,51 milhões de toneladas na primeira metade de setembro, queda de 15,31% sobre o resultado da mesma quinzena de 2017. No acumulado desde o início da safra 2018/2019 até 15 de setembro, o processamento chegou a 430,35 milhões de toneladas, praticamente o mesmo valor observado em igual período do ciclo anterior (428,32 milhões de toneladas).

Dados preliminares do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) baseados em uma amostra de 81 usinas indicam que o rendimento do canavial alcançou 70,73 toneladas por hectare colhido na primeira quinzena de setembro, contra 77,87 toneladas por hectare no mesmo período 2017 – queda de 9,16%). Os dados efetivos para o mês serão confirmados no próximo release.

“Como era esperado, a intensa quebra agrícola registrada deve repercutir na data de término da safra no Centro-Sul”, explica Antonio de Padua Rodrigues, diretor Técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA). Informações apuradas pela entidade a partir de uma amostra com 237 unidades produtoras mostram que apenas 12% das empresas devem processar cana em dezembro 2018, contra 36% verificados no mesmo mês de 2017. O cronograma apurado pela UNICA mostra que 38% das usinas do Centro-Sul devem encerrar a safra até o final de outubro e 49% das empresas devem concluir a moagem ao longo do mês de novembro.

Antonio de Padua acrescenta: “Apenas 25% das usinas devem postergar o término da safra 2018/2019 em relação a data de encerramento verificada no ciclo 2017/2018. O prazo médio de atraso para essas empresas é de apenas 12 dias. Cerca de 75% das unidades em operação devem adiantar o final da safra 2018/2019, com prazo médio de antecipação de 27 dias em relação ao encerramento da safra passada e ampliação do período de entressafra”.

Produção e mix

Na primeira metade de setembro, a fabricação de açúcar caiu 31,57% em relação a mesma quinzena de 2017, somando 2,15 milhão de toneladas. Já no caso do etanol, houve aumento de 6,86%, com 2,25 bilhões de litros produzidos (1,56 bilhão de hidratado e 696,65 milhões de anidro).

Desde o início da safra 2018/2019 até 15 de setembro, a quantidade fabricada de açúcar totalizou 20,99 milhões de toneladas, recuo de 20,72% quando comparada ao mesmo período de 2017. Em sentido inverso, a produção de etanol acumula alta de 30,31%, alcançando 22,75 bilhões de litros (7,05 bilhões de anidro e 15,70 bilhões de hidratado).

Com isso, 62,73% da matéria-prima processada nos 15 dias iniciais de setembro destinaram-se à produção de etanol (versus 52,02% na mesma quinzena de 2017). Na safra, esse percentual atinge 63,40%.

Qualidade da matéria-prima

A quantidade de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) por tonelada de matéria-prima processada atingiu 156,97 kg na primeira quinzena de setembro, 6,05 kg acima do valor apurado em igual período do ano passado. No acumulado da safra, o indicador totalizou 139,89 kg de ATR por tonelada, alta de 4,44% em relação ao ciclo 2017/2018.

Vendas de etanol

No mercado doméstico, como reflexo da enorme competividade do etanol frente à gasolina, as vendas do biocombustível hidratado pelas unidades do Centro-Sul atingiram 962,32 milhões de litros na primeira quinzena de setembro – expressiva alta de 42,69% em comparação aos 674,42 milhões de litros verificados em igual período do ano passado. No caso do etanol anidro, o volume alcançou 353,68 milhões de litros nos primeiros 15 dias do mês.

No total, as vendas de etanol somaram 1,31 bilhão de litros ante 1,47 bilhão de litros na segunda quinzena de agosto de 2018. Essa redução decorre do menor número de dias úteis na 1ª quinzena de setembro.

No acumulado de abril até 15 de setembro deste ano, as vendas de etanol pelas usinas e destilarias do Centro-Sul totalizaram 13,58 bilhões de litros, sendo 775,00 milhões destinados ao mercado externo e 12,80 bilhões comercializados domesticamente – crescimento de 18,08% na comparação com o mesmo período da safra passada. Unica

Em julho, consumo de gasolina cai; etanol aumenta

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) indicam forte redução na demanda brasileira de combustíveis do ciclo Otto (gasolina C e etanol hidratado) em julho. Foram 4,08 bilhões de litros consumidos, uma queda de 8,32% sobre o mesmo mês de 2017 e de 2,69% em relação a junho de 2018.

Esse é o menor volume para o mês dentre os últimos 6 anos. Repercute, principalmente, a retração nas vendas de gasolina. Em julho, o Brasil consumiu 2,99 bilhões de litros do combustível, contra 3,15 bilhões de litros no mês anterior. Em contrapartida, as vendas de etanol hidratado pelas distribuidoras cresceram consideravelmente. Somaram 1,55 bilhão de litros, a maior demanda mensal registrada em 2018 – crescimento de 4,12% sobre junho deste ano.

Como reflexo, a participação do etanol hidratado no consumo de combustíveis do ciclo Otto aumentou para 26,66%. A série histórica indica que este percentual é o maior já observado desde outubro de 2010 (27,50%). Avaliando os principais estados consumidores do biocombustível, o destaque coube à São Paulo, onde a participação atingiu quase 50%; dos 1,17 bilhão de litros comercializados, 779,12 milhões de litros foram do biocombustível hidratado e 623,49 milhões de litros de gasolina C (já incorporando o diferencial de rendimento entre ambos os produtos). A expansão da demanda do renovável em julho sobre junho também foi forte no Paraná (10,3%), Minas Gerais (11,7%) e Mato Grosso (8,2%).

Estes números refletem a competitividade superior do hidratado frente à gasolina em praticamente todo o País. De acordo com a ANP, a paridade média de preços entre estes combustíveis atingiu 62% em julho, índice muito abaixo da relação técnica que varia entre 70% e 75,4%. Testes urbanos e rodoviários conduzidos em 2017 pelo Instituto Mauá demonstram que o desempenho médio do biocombustível em 20 veículos de diversas categorias (Popular 1.0, Sedan Médio, SUV, Popular 1.6) variou de 70,7% e 75,4%, ou seja, um resultado superior aos valores de referência encontrados para os mesmos modelos no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV); 66,7% e 72,1%, respectivamente.

Unica

Venda de hidratado bate novo recorde na 2ª quinzena de julho

O volume de etanol total comercializado pelas unidades produtoras do Centro-Sul atingiu 1,50 bilhão de litros na segunda quinzena de julho, quase 35% superior ao resultado observado no mesmo período de 2017. Esse significativo crescimento decorre do volume recorde de etanol hidratado comercializado ao mercado interno na segunda metade de julho: 930,40 milhões de litros.

Esse aumento expressivo nas vendas de hidratado remete à competitividade do produto frente à gasolina na maior parte do mercado brasileiro.  Pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com dados compilados pela UNICA, indica uma paridade média de 62% entre os combustíveis no Brasil, muito aquém do rendimento técnico médio de 73%, ao longo da última semana (de 29 de julho a 04 de agosto).

Em pelo menos seis Estados – São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás e Rio de Janeiro – a competitividade do renovável nos postos é a melhor ao longo desta década. Por exemplo, na capital paulista e em cidades do interior do Estado, a relação está abaixo dos 60% (para mais detalhes acesse o relatório de preços neste link).

Para o diretor Técnico da UNICA, Antonio de Padua Rodrigues, “nesse momento, abastecer com o etanol gera uma importante economia ao consumidor, além dos inúmeros benefícios ambientais e de saúde pública proporcionados pelo consumo de uma fonte de energia limpa e renovável.” Importante destacar também a contribuição do etanol anidro, aquele misturado à gasolina, para atenuar o preço do combustível fóssil nas bombas, concluiu.

Tomando-se os preços da última semana e comparando esses valores com o rendimento médio dos veículos, é possível concluir que um proprietário de carro flex com consumo médio de 200 litros de combustível por mês está obtendo uma economia média de R$ 120 mensalmente pelo uso do etanol.

Aplicando a mesma lógica a todo o volume de hidratado comercializado pelas usinas do Centro-Sul no último mês, chegamos a uma economia de R$ 970 milhões proporcionada pelo biocombustível.

Em relação ao anidro, as vendas ao mercado interno alcançaram 407,40 milhões de litros na última de metade de julho, registrando crescimento de 20,0% em relação ao volume comercializado nas duas quinzenas anteriores. Esse aumento é explicado especialmente pela maior quantidade de etanol transferida à região Norte-Nordeste após a redução nas importações do produto.

No total de julho, as vendas das unidades produtoras alcançaram 2,70 bilhões de litros, sendo 253,04 milhões direcionados à exportação e 2,45 bilhões ao mercado interno. No mercado interno, o volume comercializado de anidro atingiu 748,63 milhões de litros e de hidratado 1,70 bilhão, com crescimento de 51,9% em relação a julho de 2017.

Para o executivo da UNICA, “as vendas de julho surpreenderam especialmente por ser um período de férias no Brasil”. A expectativa é de que o volume comercializado atinja patamares superiores no mês de agosto, acrescenta Padua.

No acumulado desde abril até o final de julho, o volume comercializado de etanol atingiu 9,24 bilhões de litros de etanol, sendo 6,25 bilhões de hidratado e 2,98 bilhões de anidro. Deste total, apenas 513,06 milhões de litros (ou seja, menos de 6%) destinaram-se às exportações e 8,72 bilhões foram direcionados ao mercado interno – crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2017, com destaque para as vendas internas de hidratado que somaram 6,04 bilhões e registraram aumento de 37,7% em relação ao último ano.

Moagem e produção

A quantidade de cana-de-açúcar processada no Centro-Sul totalizou 47,34 milhões de toneladas nos 15 dias finais de julho, 6,99% inferior às 50,91 milhões de toneladas apuradas no mesmo período do último ano.

Quanto à produção de açúcar, esta somou 2,61 milhões de toneladas na segunda metade de julho, expressiva queda de 23,65% (equivalente a mais de 810 mil toneladas) sobre o resultado em igual período da safra 2017/2018. Em contrapartida, a fabricação de etanol aumentou 24,66%, alcançando 2,60 bilhões de litros.

Deste volume, 864,26 milhões de litros correspondem ao etanol anidro e 1,74 bilhão ao etanol hidratado. Este último representa um crescimento de 51,37% comparado aos 1,15 bilhão de litros registrados na segunda quinzena de julho de 2017.

“Diante desses resultados, menos de 40% da cana segue direcionada à produção de açúcar”, comenta o executivo. Nos últimos 15 dias de julho, 38,47% da matéria-prima processada destinou-se à fabricação de açúcar, contra 50,35% na mesma quinzena do ano passado. No acumulado da atual safra, este percentual atinge apenas 36,52%.

Sobre o etanol de milho, sua produção alcançou 22,87 milhões de litros na última metade de julho, totalizando 210,67 milhões no ciclo 2018/2019.

No acumulado desde o início desta safra até 1º de agosto, a moagem totalizou 314,80 milhões de toneladas, com 14,75 milhões de toneladas de açúcar fabricadas – frente a 17,63 milhões no mesmo período de 2017. No caso do etanol, são 16,05 bilhões de litros produzidos, dos quais 4,94 bilhões anidro e 11,11 bilhões de hidratado.

Qualidade da matéria-prima

A concentração de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) alcançou 150,64kg por tonelada de cana-de-açúcar nos 15 dias finais de julho, contra 140,21 kg na mesma quinzena do último ano – alta de 7,44%. No acumulado até 1º de agosto, esse indicador atingiu 134,67 kg por tonelada, aumento de 5,24% em relação à safra 2017/2018.

Unica

Setor Sucroenergético busca mais produtividade com agricultura digital

Decisivo para aumentar a produtividade e a eficiência, o conceito de agricultura digital ganha espaço no campo e é tendência do setor. Novas tecnologias que permitem, além da instrumentação e monitoramento de situações nas lavouras, a coleta de dados e a transmissão automática para melhor acompanhamento dos resultados em todas as etapas. Em dez anos, segundo dados da Unica (União da Indústria de Cana-de-açúcar), a produtividade dos canaviais cresceu 5% no Brasil, índice que poderia ser ainda mais elevado com a utilização das tecnologias. E diante de um setor que está em retomada, a busca por alternativas e soluções movimentará R$ 4 bilhões em 2018, com a realização da 26ª FENASUCRO & AGROCANA, a maior feira mundial sucroenergética, que receberá de 21 a 24 de agosto, sem Sertãozinho (SP), 40 mil visitantes brasileiros e internacionais. Serão mais de mil marcas em exposição, numa área de mais de 70 mil metros quadrados.

Monitoramento por aplicativos, drones, câmeras e colhedoras tecnológicas estão entre os recursos modernos que o setor dispõe hoje no campo. Na cadeia produtiva sucroenergética, a inteligência artificial e equipamentos modernos já ajudam a alcançar melhor controle nos canaviais e mais produtividade por hectare. Dentro das unidades produtoras, há sistemas completos de inteligência para acompanhar e levantar dados sobre a produção de açúcar e etanol, além de controle de estoques, de equipamentos e também de profissionais. “O futuro do setor sucroenergético passa pelo conceito da agricultura digital e as inovações tecnológicas que estarão em exposição na feira são essenciais para otimizar processos e obter maiores resultados em toda a cadeia produtiva”, diz o gerente de produto Paulo Montabone.

Ainda segundo Montabone, a inovação também fará parte dos temas discutidos e apresentados nas mais de 350 horas de eventos de conteúdo que neste ano a feira traz aos seus visitantes. Seminários, palestras na Arena do Conhecimento e troca de informações e experiências para o campo e também a indústria.

Serviço

Edição: 26ª edição Realização: 21 a 24 de agosto de 2018 Horário exposição: das 13h às 20h Horário eventos de conteúdo: das 8h às 18h Local: Centro de Eventos Zanini, Marginal João Olézio Marques, n 3.563, Sertãozinho – São Paulo – Brasil Site oficial: www.fenasucro.com.br

Divulgação

CRV Industrial conquista certificação Bonsucro

A CRV Industrial comemora uma importante vitória: a Certificação Bonsucro, que é uma organização sem fins lucrativos, de alcance global, cujo objetivo é promover um setor de cana-de-açúcar com comunidades produtoras sustentáveis ​e prósperas e cadeias de suprimento garantidas e resilientes, contribuindo assim para a redução de efeitos negativos e o aumento dos impactos positivos sociais, ambientais e econômicos da produção da cana-de-açúcar. Isso coloca a empresa no seleto grupo de usinas sucroenergéticas que possuem o reconhecimento através de uma certificação internacional.

Antes de ser certificada, a CRV Industrial passou por um criterioso processo de auditoria. Todas as atividades agrícolas e industriais foram analisadas mediante elevados critérios ambientais, sociais e econômicos, garantindo a qualidade da matéria prima para produção de açúcar e etanol.

Após a análise e a aprovação por auditores, veio a certificação. Uma usina só é aprovada caso siga rigorosamente padrões de qualidade em seis princípios básicos:

1.    Obedecer as Leis;

2.    Respeitar os Direitos Humanos e as Normas Trabalhistas;

3.    Gerir as Entradas, Produção e Processamento de Eficiências para a Melhoria da Sustentabilidade;

4.    Gerenciar de forma ativa serviços de biodiversidade e ecossistêmicos;

5.    Melhorar as principais áreas da empresa de forma contínua;

6.    Requisitos adicionais para a União Europeia.

Divulgação CRV

   

Milho também estará no centro dos debates na quarta do Global Agribusiness Forum

Segundo grão mais importante em produção no Brasil, o milho passa por um momento bastante positivo, mesmo que os resultados da safra 2017/18 sejam um pouco menores que da anterior. A área plantada tem se mantido significativa e o mercado externo é bastante favorável para esta cultura. Soma-se a isto, os investimentos na construção de usinas de etanol a base de milho, principalmente no Mato Grosso, cuja demanda pelo cereal é crescente, criando um novo círculo de prosperidade para este produto.

“Estar no meio de importantes líderes, executivos de negócio, pesquisadores para discutir o tema Milho, é uma grande oportunidade, algo muito rico que o Global Agribusiness Forum, permite e, por isto, ele é um evento tão importante para o setor”, afirma o presidente executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Milho, Abramilho, o ex-ministro da Agricultura, Alysson Paolinelli.

O GAF18 vai acontecer entre os dias 23 e 24 de julho 2018, no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo (SP) e tem como tema central “A ciência do campo a serviço do planeta: a ação é agora”. Conforme Paolinelli afirma, o milho é uma cultura que gera milhares de empregos diretos e indiretos, e um grão que origina mais de mil novos produtos. “Tem sido exportado in natura para vários países, por conta da nossa qualidade e também com valor agregado, via exportações de frango e suínos”, acrescentando que isto em si, já demonstra a grande importância que tem o cereal, para a economia brasileira.

Um fato que deve ser destacado, segundo o presidente da Abramilho, é a reunião da Aliança Maizall, que vai acontecer durante o GAF. Os três maiores produtores mundiais de milho, EUA, Brasil e Argentina, formaram uma associação mundial, para debater nos mais diversos fóruns, o tema do milho. Desta vez, será no Brasil, momento que o nosso País, será designado para a presidência da entidade”, salienta.

O evento que será realizado nos dias 23 e 24 de julho, no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo (SP) é promovido pela Sociedade Rural Brasileira ( SRB ), em conjunto com a Associação Brasileira de Produtores de Milho (Abramilho), com  a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), com a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ),com Forum Nacional Sucroenergético, entidade que reúne todos os sindicatos e associações dos Setores de Açúcar e Etanol no Brasil, MAIZALL, Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), União Nacional do Etanol de Milho (UNEM) e com DATAGRO Consultoria.

Para saber mais acesse: http://www.globalagribusinessforum.com

Datagro

Colaboradores da Jalles passam a contar com plano odontológico da Clin

Os colaboradores da Jalles Machado passaram a contar, a partir do início deste mês, com o Plano Odontológico da Clin. O benefício possibilitará ao colaborador e seus dependentes cuidarem do seu sorriso durante todo o ano, por um preço bastante acessível: R$ 17,00 mensais para cada usuário, sendo que para o colaborador, a Jalles custeia a metade, ou seja R$ 8,50. Crianças com até 5 anos de idade são isentas de mensalidade.

O diretor-presidente da Jalles Machado, Otávio Lage de Siqueira Filho, ressalta a importância do plano odontológico. “Esse benefício é uma forma de oferecermos mais qualidade de vida para os nossos colaboradores e seus dependentes. Acreditamos que a Clin é uma empresa séria e referência em planos odontológicos no mercado, iniciando agora também em Goianésia”, explica.

O Plano Odontológico Clin é regulamentado e com cobertura prevista no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS). Entre os serviços disponíveis, estão inclusos atendimento de urgência, limpeza e tratamento de gengiva, restauração e extração e tratamento de canal.

No caso de urgência, o usuário conta com dentistas de plantão para dar orientações pelo celular. Por meio da rede credenciada, o atendimento pode ser realizado em qualquer município brasileiro. O plano é sem coparticipação e os valores podem ser abatidos na Declaração de Imposto de Renda.

A parceria entre Jalles Machado e Clin se deu via Clube de Compras da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial). “O Clube de Compras da Adial tem realizado um trabalho muito importante, pois consolida a demanda de grandes empresas goianas e abre concorrência para aquelas empresas que têm interesse em fornecer produto ou serviço. Ao consolidar o volume de compras, consegue-se preços mais acessíveis para produtos e serviços de qualidade”, completa Otávio Lage Filho, que também é presidente da Adial.

FOTO:

diretor comercial, Henrique Penna

– diretor financeiro, Rodrigo Penna

– Odontólogo Luiz de Oliveira

– Clin

– Katia Baldez, gerente de RH

– Otávio Lage de Siqueira Filho, diretor-presidente da Jalles e presidente da Adial

– Clin

Recorde nas vendas de etanol é destaque na quinzena pós-crise dos transportes

O volume total de etanol comercializado pelas unidades produtoras do Centro-Sul no mercado interno somou 1,41 bilhão de litros nos primeiros quinze dias de junho, notável crescimento de 48,15% em relação à mesma quinzena do ano anterior (952,35 milhões de litros), representando um novo recorde nas vendas do biocombustível.

Esse aumento deve-se à expansão das vendas de hidratado no mercado doméstico, que alcançaram 907,07 milhões de litros na primeira metade de junho, recorde histórico na comercialização quinzenal. O volume indica um aumento de 66,54% em relação ao montante observado no mesmo período da safra 2017/2018 (544,67 milhões de litros).

O volume de etanol anidro direcionado ao mercado interno, por sua vez, alcançou 503,79 milhões de litros nos primeiros quinze dias de junho, registrando crescimento de 23,57% em relação aos 407,68 milhões vendidos na mesma quinzena de 2017.

Para Antonio de Padua Rodrigues, diretor Técnico da UNICA, o resultado histórico decorre da maior competitividade do hidratado frente à gasolina e do impacto da greve dos caminhoneiros, que exigiu a interrupção da produção e comercialização de etanol na 2ª quinzena de maio. “Com a normalização das operações no setor de combustíveis, houve a retomada das vendas pelas unidades produtoras para atender o consumo e a recomposição dos estoques operacionais dos distribuidores, postos de revenda e dutos”, acrescentou o executivo.

No caso do anidro, é oportuno mencionar que a maior entrega do biocombustível pelas unidades produtoras também foi influenciada pela ampliação da operação de cabotagem e das transferências para atendimento da demanda na região Norte-Nordeste.

Por fim, as exportações quinzenais de etanol no Centro-Sul somaram apenas 29,77 milhões de litros no início de junho, registrando queda de 57,71% em relação aos primeiros quinze dias de junho de 2017.

Moagem e qualidade da matéria-prima

A quantidade de cana processada no Centro-Sul atingiu 42,03 milhões de toneladas na primeira quinzena de junho de 2018. O resultado é 6,40% superior às 39,50 milhões registradas no mesmo período de 2017.

No acumulado desde o início da safra 2018/2019 até 15 de junho, a moagem alcançou 176,97 milhões de toneladas contra 151,71 milhões contabilizadas em igual período do ciclo anterior.

A qualidade da matéria-prima processada, medida a partir da concentração de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR), registrou aumento de 5,34% nos primeiros quinze dias de junho, atingindo 135,45 kg por tonelada nesse ano contra 128,58 kg verificados na mesma quinzena de 2017.

No acumulado até 15 de junho deste ano, o indicador de qualidade atingiu 126,50 kg de ATR por tonelada de cana, mantendo alta de 4,55% em relação ao valor da safra 2017/2018.

“O clima seco observado desde o início dessa safra permitiu um maior rendimento da colheita e melhorou a qualidade da matéria-prima processada até o momento. Entretanto, essa condição deve promover redução na produtividade da cana colhida nos próximos meses, reduzindo significativamente a oferta de matéria-prima para processamento”, explica Padua.

Nessa linha, dados apurados pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) a partir de uma amostra de 76 empresas, indica uma redução de 1,74% na produtividade agrícola da área colhida na primeira quinzena de junho de 2018 em comparação ao mesmo período de 2017 (85,52 toneladas por hectare versus 87,03 toneladas por hectare no ano passado). Os dados efetivos para o mês de junho serão confirmados no próximo release.

Ainda em relação à produtividade agrícola, cabe registrar que o maior rendimento observado nos meses de abril a maio de 2018 não retrata a condição esperada para a safra. Isso porque, a lavoura colhida nesses meses não foi impactada de forma expressiva pelo clima mais seco, além disso, nesse período ampliou-se a colheita de cana de ano-e-meio, elevando a produtividade média da área – em 2018 a área colhida com cana de 18 meses representou 19%, enquanto que em 2017 esse percentual foi de apenas 11%.

Caso o perfil de colheita observado nos dois primeiros meses dessa safra fosse igual ao registrado na safra 2017/18, o comportamento da produtividade agrícola acumulada seria alterado de 1,81% de crescimento (81,48 toneladas por hectare ante 80,03 toneladas por hectare) para uma retração de 1,20% (79,07 toneladas por hectare versus 80,03 toneladas por hectare).

Nos primeiros 15 dias de junho, mais 10 unidades produtoras iniciaram a safra, totalizando 255 unidades operando no Centro-Sul. Até esta mesma data do último ano, eram 266 plantas em operação.

Produção de açúcar e etanol

A produção de etanol hidratado na quinzena totalizou 1,44 bilhão de litros, sendo a segunda maior da série histórica. A saber, apenas na última quinzena de agosto da safra 2010/2011 foi registrada produção quinzenal superior, totalizando 1,50 bilhão de litros.

Esse volume decorre da maior moagem na quinzena e, principalmente, da mudança no mix de produção das unidades. Com efeito, nos primeiros quinze dias de junho 63,53% da cana processada destinou-se à fabricação de etanol, ante 50,63% computados em igual período da safra passada.

“No acumulado desde o início da safra, 64,98% da cana foi direcionada à produção do renovável, confirmando a expectativa de mix de produção mais alcooleiro e de maior oferta de etanol no mercado doméstico”, ressalta Padua.

A fabricação de etanol anidro, por sua vez, totalizou 700,58 milhões de litros na primeira quinzena de junho, praticamente o mesmo volume registrado na safra 2017/2018 (694,48 milhões de litros).

Do total produzido, o etanol fabricado a partir de milho foi responsável por 20,11 milhões de litros nos primeiros quinze dias de junho. No acumulado desde o início da safra, foram fabricados 137,04 milhões de litros de etanol, registrando crescimento de 161% em relação ao volume produzido em igual período do ano passado.

A produção de açúcar, em sentido contrário, registrou retração de 17,21%, alcançando 1,98 milhão de toneladas na primeira metade de junho ante 2,39 milhões produzidas no último ano.

No acumulado desde o início da safra até 15 de junho, a produção de açúcar atingiu 7,47 milhões de toneladas. Já o volume acumulado de etanol alcançou 8,71 bilhões de litros, sendo 2,49 bilhões de anidro e 6,22 bilhões de hidratado.

Padua esclarece: “O volume de hidratado fabricado até o momento já representa um incremento de 80,91% em relação à safra passada”. Caso não tivesse ocorrido mudança no mix de produção das usinas, a fabricação acumulada de açúcar já teria alcançado 9,5 milhões de toneladas, com acrescimento próximo de 2 milhões de toneladas em relação à quantidade efetivamente registrada nesse ano”.

Nessa linha, cabe mencionar que a produção de açúcar por tonelada de cana nessa safra alcançou apenas 42,21 kg contra 53,41 kg no mesmo período do ciclo 2017/2018.

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