CRV Industrial conquista certificação Bonsucro

A CRV Industrial comemora uma importante vitória: a Certificação Bonsucro, que é uma organização sem fins lucrativos, de alcance global, cujo objetivo é promover um setor de cana-de-açúcar com comunidades produtoras sustentáveis ​e prósperas e cadeias de suprimento garantidas e resilientes, contribuindo assim para a redução de efeitos negativos e o aumento dos impactos positivos sociais, ambientais e econômicos da produção da cana-de-açúcar. Isso coloca a empresa no seleto grupo de usinas sucroenergéticas que possuem o reconhecimento através de uma certificação internacional.

Antes de ser certificada, a CRV Industrial passou por um criterioso processo de auditoria. Todas as atividades agrícolas e industriais foram analisadas mediante elevados critérios ambientais, sociais e econômicos, garantindo a qualidade da matéria prima para produção de açúcar e etanol.

Após a análise e a aprovação por auditores, veio a certificação. Uma usina só é aprovada caso siga rigorosamente padrões de qualidade em seis princípios básicos:

1.    Obedecer as Leis;

2.    Respeitar os Direitos Humanos e as Normas Trabalhistas;

3.    Gerir as Entradas, Produção e Processamento de Eficiências para a Melhoria da Sustentabilidade;

4.    Gerenciar de forma ativa serviços de biodiversidade e ecossistêmicos;

5.    Melhorar as principais áreas da empresa de forma contínua;

6.    Requisitos adicionais para a União Europeia.

Divulgação CRV

   

Milho também estará no centro dos debates na quarta do Global Agribusiness Forum

Segundo grão mais importante em produção no Brasil, o milho passa por um momento bastante positivo, mesmo que os resultados da safra 2017/18 sejam um pouco menores que da anterior. A área plantada tem se mantido significativa e o mercado externo é bastante favorável para esta cultura. Soma-se a isto, os investimentos na construção de usinas de etanol a base de milho, principalmente no Mato Grosso, cuja demanda pelo cereal é crescente, criando um novo círculo de prosperidade para este produto.

“Estar no meio de importantes líderes, executivos de negócio, pesquisadores para discutir o tema Milho, é uma grande oportunidade, algo muito rico que o Global Agribusiness Forum, permite e, por isto, ele é um evento tão importante para o setor”, afirma o presidente executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Milho, Abramilho, o ex-ministro da Agricultura, Alysson Paolinelli.

O GAF18 vai acontecer entre os dias 23 e 24 de julho 2018, no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo (SP) e tem como tema central “A ciência do campo a serviço do planeta: a ação é agora”. Conforme Paolinelli afirma, o milho é uma cultura que gera milhares de empregos diretos e indiretos, e um grão que origina mais de mil novos produtos. “Tem sido exportado in natura para vários países, por conta da nossa qualidade e também com valor agregado, via exportações de frango e suínos”, acrescentando que isto em si, já demonstra a grande importância que tem o cereal, para a economia brasileira.

Um fato que deve ser destacado, segundo o presidente da Abramilho, é a reunião da Aliança Maizall, que vai acontecer durante o GAF. Os três maiores produtores mundiais de milho, EUA, Brasil e Argentina, formaram uma associação mundial, para debater nos mais diversos fóruns, o tema do milho. Desta vez, será no Brasil, momento que o nosso País, será designado para a presidência da entidade”, salienta.

O evento que será realizado nos dias 23 e 24 de julho, no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo (SP) é promovido pela Sociedade Rural Brasileira ( SRB ), em conjunto com a Associação Brasileira de Produtores de Milho (Abramilho), com  a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), com a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ),com Forum Nacional Sucroenergético, entidade que reúne todos os sindicatos e associações dos Setores de Açúcar e Etanol no Brasil, MAIZALL, Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), União Nacional do Etanol de Milho (UNEM) e com DATAGRO Consultoria.

Para saber mais acesse: http://www.globalagribusinessforum.com

Datagro

Colaboradores da Jalles passam a contar com plano odontológico da Clin

Os colaboradores da Jalles Machado passaram a contar, a partir do início deste mês, com o Plano Odontológico da Clin. O benefício possibilitará ao colaborador e seus dependentes cuidarem do seu sorriso durante todo o ano, por um preço bastante acessível: R$ 17,00 mensais para cada usuário, sendo que para o colaborador, a Jalles custeia a metade, ou seja R$ 8,50. Crianças com até 5 anos de idade são isentas de mensalidade.

O diretor-presidente da Jalles Machado, Otávio Lage de Siqueira Filho, ressalta a importância do plano odontológico. “Esse benefício é uma forma de oferecermos mais qualidade de vida para os nossos colaboradores e seus dependentes. Acreditamos que a Clin é uma empresa séria e referência em planos odontológicos no mercado, iniciando agora também em Goianésia”, explica.

O Plano Odontológico Clin é regulamentado e com cobertura prevista no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS). Entre os serviços disponíveis, estão inclusos atendimento de urgência, limpeza e tratamento de gengiva, restauração e extração e tratamento de canal.

No caso de urgência, o usuário conta com dentistas de plantão para dar orientações pelo celular. Por meio da rede credenciada, o atendimento pode ser realizado em qualquer município brasileiro. O plano é sem coparticipação e os valores podem ser abatidos na Declaração de Imposto de Renda.

A parceria entre Jalles Machado e Clin se deu via Clube de Compras da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial). “O Clube de Compras da Adial tem realizado um trabalho muito importante, pois consolida a demanda de grandes empresas goianas e abre concorrência para aquelas empresas que têm interesse em fornecer produto ou serviço. Ao consolidar o volume de compras, consegue-se preços mais acessíveis para produtos e serviços de qualidade”, completa Otávio Lage Filho, que também é presidente da Adial.

FOTO:

diretor comercial, Henrique Penna

– diretor financeiro, Rodrigo Penna

– Odontólogo Luiz de Oliveira

– Clin

– Katia Baldez, gerente de RH

– Otávio Lage de Siqueira Filho, diretor-presidente da Jalles e presidente da Adial

– Clin

Recorde nas vendas de etanol é destaque na quinzena pós-crise dos transportes

O volume total de etanol comercializado pelas unidades produtoras do Centro-Sul no mercado interno somou 1,41 bilhão de litros nos primeiros quinze dias de junho, notável crescimento de 48,15% em relação à mesma quinzena do ano anterior (952,35 milhões de litros), representando um novo recorde nas vendas do biocombustível.

Esse aumento deve-se à expansão das vendas de hidratado no mercado doméstico, que alcançaram 907,07 milhões de litros na primeira metade de junho, recorde histórico na comercialização quinzenal. O volume indica um aumento de 66,54% em relação ao montante observado no mesmo período da safra 2017/2018 (544,67 milhões de litros).

O volume de etanol anidro direcionado ao mercado interno, por sua vez, alcançou 503,79 milhões de litros nos primeiros quinze dias de junho, registrando crescimento de 23,57% em relação aos 407,68 milhões vendidos na mesma quinzena de 2017.

Para Antonio de Padua Rodrigues, diretor Técnico da UNICA, o resultado histórico decorre da maior competitividade do hidratado frente à gasolina e do impacto da greve dos caminhoneiros, que exigiu a interrupção da produção e comercialização de etanol na 2ª quinzena de maio. “Com a normalização das operações no setor de combustíveis, houve a retomada das vendas pelas unidades produtoras para atender o consumo e a recomposição dos estoques operacionais dos distribuidores, postos de revenda e dutos”, acrescentou o executivo.

No caso do anidro, é oportuno mencionar que a maior entrega do biocombustível pelas unidades produtoras também foi influenciada pela ampliação da operação de cabotagem e das transferências para atendimento da demanda na região Norte-Nordeste.

Por fim, as exportações quinzenais de etanol no Centro-Sul somaram apenas 29,77 milhões de litros no início de junho, registrando queda de 57,71% em relação aos primeiros quinze dias de junho de 2017.

Moagem e qualidade da matéria-prima

A quantidade de cana processada no Centro-Sul atingiu 42,03 milhões de toneladas na primeira quinzena de junho de 2018. O resultado é 6,40% superior às 39,50 milhões registradas no mesmo período de 2017.

No acumulado desde o início da safra 2018/2019 até 15 de junho, a moagem alcançou 176,97 milhões de toneladas contra 151,71 milhões contabilizadas em igual período do ciclo anterior.

A qualidade da matéria-prima processada, medida a partir da concentração de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR), registrou aumento de 5,34% nos primeiros quinze dias de junho, atingindo 135,45 kg por tonelada nesse ano contra 128,58 kg verificados na mesma quinzena de 2017.

No acumulado até 15 de junho deste ano, o indicador de qualidade atingiu 126,50 kg de ATR por tonelada de cana, mantendo alta de 4,55% em relação ao valor da safra 2017/2018.

“O clima seco observado desde o início dessa safra permitiu um maior rendimento da colheita e melhorou a qualidade da matéria-prima processada até o momento. Entretanto, essa condição deve promover redução na produtividade da cana colhida nos próximos meses, reduzindo significativamente a oferta de matéria-prima para processamento”, explica Padua.

Nessa linha, dados apurados pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) a partir de uma amostra de 76 empresas, indica uma redução de 1,74% na produtividade agrícola da área colhida na primeira quinzena de junho de 2018 em comparação ao mesmo período de 2017 (85,52 toneladas por hectare versus 87,03 toneladas por hectare no ano passado). Os dados efetivos para o mês de junho serão confirmados no próximo release.

Ainda em relação à produtividade agrícola, cabe registrar que o maior rendimento observado nos meses de abril a maio de 2018 não retrata a condição esperada para a safra. Isso porque, a lavoura colhida nesses meses não foi impactada de forma expressiva pelo clima mais seco, além disso, nesse período ampliou-se a colheita de cana de ano-e-meio, elevando a produtividade média da área – em 2018 a área colhida com cana de 18 meses representou 19%, enquanto que em 2017 esse percentual foi de apenas 11%.

Caso o perfil de colheita observado nos dois primeiros meses dessa safra fosse igual ao registrado na safra 2017/18, o comportamento da produtividade agrícola acumulada seria alterado de 1,81% de crescimento (81,48 toneladas por hectare ante 80,03 toneladas por hectare) para uma retração de 1,20% (79,07 toneladas por hectare versus 80,03 toneladas por hectare).

Nos primeiros 15 dias de junho, mais 10 unidades produtoras iniciaram a safra, totalizando 255 unidades operando no Centro-Sul. Até esta mesma data do último ano, eram 266 plantas em operação.

Produção de açúcar e etanol

A produção de etanol hidratado na quinzena totalizou 1,44 bilhão de litros, sendo a segunda maior da série histórica. A saber, apenas na última quinzena de agosto da safra 2010/2011 foi registrada produção quinzenal superior, totalizando 1,50 bilhão de litros.

Esse volume decorre da maior moagem na quinzena e, principalmente, da mudança no mix de produção das unidades. Com efeito, nos primeiros quinze dias de junho 63,53% da cana processada destinou-se à fabricação de etanol, ante 50,63% computados em igual período da safra passada.

“No acumulado desde o início da safra, 64,98% da cana foi direcionada à produção do renovável, confirmando a expectativa de mix de produção mais alcooleiro e de maior oferta de etanol no mercado doméstico”, ressalta Padua.

A fabricação de etanol anidro, por sua vez, totalizou 700,58 milhões de litros na primeira quinzena de junho, praticamente o mesmo volume registrado na safra 2017/2018 (694,48 milhões de litros).

Do total produzido, o etanol fabricado a partir de milho foi responsável por 20,11 milhões de litros nos primeiros quinze dias de junho. No acumulado desde o início da safra, foram fabricados 137,04 milhões de litros de etanol, registrando crescimento de 161% em relação ao volume produzido em igual período do ano passado.

A produção de açúcar, em sentido contrário, registrou retração de 17,21%, alcançando 1,98 milhão de toneladas na primeira metade de junho ante 2,39 milhões produzidas no último ano.

No acumulado desde o início da safra até 15 de junho, a produção de açúcar atingiu 7,47 milhões de toneladas. Já o volume acumulado de etanol alcançou 8,71 bilhões de litros, sendo 2,49 bilhões de anidro e 6,22 bilhões de hidratado.

Padua esclarece: “O volume de hidratado fabricado até o momento já representa um incremento de 80,91% em relação à safra passada”. Caso não tivesse ocorrido mudança no mix de produção das usinas, a fabricação acumulada de açúcar já teria alcançado 9,5 milhões de toneladas, com acrescimento próximo de 2 milhões de toneladas em relação à quantidade efetivamente registrada nesse ano”.

Nessa linha, cabe mencionar que a produção de açúcar por tonelada de cana nessa safra alcançou apenas 42,21 kg contra 53,41 kg no mesmo período do ciclo 2017/2018.

Unica

Setor sucroenergético realiza evento com pré-candidatos à presidência da República

Acontece ao longo de todo o dia de hoje, o evento UNICA FÓRUM, no Sheraton WTC, em São Paulo. Oito pré-candidatos à presidência da República participam do evento organizado pelas principais entidades do agronegócio brasileiro. O presidente do Fórum Nacional Sucroenergético, André Rocha, foi um dos entrevistadores da etapa com João Amoêdo. Ainda hoje serão entrevistados Paulo Rabello de Castro, Henrique Meirelles, Ciro Gomes, Marina, Bolsonaro, Aldo Rebelo e  Geraldo Alckmin.Álvaro Dias foi convidado, mas cancelou a participação.

Todos esses pré-candidatos vão receber um documento com as prioridades do setor sucroenergético para o próximo governo, com destaque para o Programa RenovaBio.

Na foto, André Rocha está com o ex- Ministro Martus Tavares e João Amoêdo

 UNICA Fórum acontece dia 18 de junho

O UNICA Fórum 2018, realizado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), acontece na próxima segunda-feira, 18 de junho, no teatro principal do centro de eventos do WTC, em São Paulo, a partir das 8h30.

Seis presidenciáveis já confirmaram presença: Aldo Rebelo (Solidariedade), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL) e João Amoêdo (Novo). Os organizadores aguardam para esta segunda-feira (11/6) a confirmação de Marina Silva (Rede), assim como uma posição do PT. O UNICA Fórum terá uma ampla cobertura jornalística com a presença de mais de 100 profissionais da imprensa.

Híbrido-flex será mais uma atração do evento

O encontro também contará com a exibição do primeiro protótipo de veículo híbrido-flex do mundo, montado sobre a plataforma do modelo Toyota Prius, em desenvolvimento no Brasil pela Toyota, principal patrocinadora do evento.

Em março, a empresa deu início à fase de testes de rodagem, em parceria com a UNICA e a Investe São Paulo – Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, organização social ligada à Secretaria de Planejamento e Gestão por meio de contrato de gestão.

Até o desenvolvimento deste veículo, os híbridos só permitiam a combinação de gasolina e eletricidade. Equipado com motor flex, o novo híbrido se diferencia por permitir o uso também do etanol no tanque de combustível. O veículo percorreu 1.500 km entre São Paulo e Brasília para testar a durabilidade, segurança e autonomia do conjunto.

O Fórum é produzido para a UNICA pela parceria da MediaLink Comunicação Corporativa e do MCI Group, principal empresa do mundo especializada na realização de congressos e seminários, com presença em mais de 30 países.

As inscrições para o UNICA Fórum 2018 continuam abertas, exclusivamente pelo site oficial do evento: www.unicaforum.com.br, ou até que os espaços se esgotem.

Unica

Maior evento do agronegócio mundial será realizado em São Paulo no mês de julho

Segurança e qualidade alimentar, geração de energia, mudanças climáticas, comércio internacional, crescimento da demanda global de alimentos e capacidade produtiva são alguns dos temas presentes no maior palco de discussões globais sobre o agronegócio, o Global Agribusiness Forum (GAF18), que chega à sua 4ª edição, em São Paulo. O evento será realizado entre os dias 23 e 24 de julho, no Sheraton WTC Hotel.

Com o tema “A ciência do campo a serviço do planeta: A ação é agora”, o GAF18 apresentará debates e palestras sobre o agronegócio mundial, buscando soluções para os desafios enfrentados no desenvolvimento socioeconômico global e propondo um futuro seguro para a cadeia agrícola do planeta, além de preservar o meio ambiente.

Pam Johnson, Presidente da MAIZALL, será uma das speakers do evento. Johnson é uma grande defensora das questões agrícolas e de desenvolvimento econômico rural em nível internacional. Foi presidente da Associação Nacional de Produtores de Milho (National Corn Growers Association, em inglês) e trabalhou em questões de política agrícola, incluindo a aprovação da lei agrícola americana de 2014.

Outro grande nome esperado é o indiano Rajan Gajaria. O executivo é vice-presidente da Crop Protection Business Platform, da Corteva Agriscience, Divisão de Agricultura da DowDuPont e, nessa função, ele é responsável por moldar a estratégia de negócios, definir prioridades de investimento em capital e supervisionar a cadeia de suprimentos.

O encontro reunirá importantes líderes mundiais do agronegócio, cientistas e pesquisadores, dos setores público e privado, para discutir os temas mais relevantes da agricultura e do agronegócio mundial. Estão confirmados nomes como Roberto Jaguaribe, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil); Alan Jorge Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil; Maurício Antônio Lopes, presidente da Embrapa; Paulo Herrmann, presidente da John Deere, Fernando Galletti de Queiroz, CEO da Minerva; Márcio Félix, secretário executivo do Ministério de Minas e Energia; Jason Clay, vice-presidente sênior, mercados e alimentação do World Wildlife Fund (WWF), entre outros.

O fórum também colocará em pauta o futuro do agronegócio, levantando temas como erradicação da fome mundial, a utilização de água e solo no cultivo, o consumo de proteína direcionando a expansão agrícola e a bioeconomia. Entre as novidades do mercado agrícola serão discutidos casos mundiais de fazendeiros de sucesso, a conexão, colaboração e globalização da agricultura, políticas públicas, negociação multilateral e bilateral, a revolução das máquinas, a resolução de conflitos pelas organizações internacionais, o uso de big data, a 4ª revolução industrial, sensoriamento remoto, o acordo do clima, as perspectivas de longo prazo e o papel da mídia para o agronegócio.

O GAF é realizado pela SRB (Sociedade Rural Brasileira), representante do setor agrícola no Brasil, defendendo produtores de todas as culturas e pecuaristas, em conjunto com a ABRAMILHO (Associação Brasileira de Produtores de Milho), representante oficial do Brasil na International Maize Alliance (MAIZALL), a ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu), com a missão de promover o aumento sustentável da produção mundial de carne e leite, através do registro genealógico, melhoramento genético e promoção das raças zebuínas, a ABRAFRUTAS (Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados) representando a fruticultura brasileira frente ao mercado internacional, Fórum Nacional Sucroenergético, entidade que reúne todos os sindicatos e associações dos Setores de Açúcar e Etanol no Brasil, MAIZALL, cujo objetivo principal é de colaborar em uma base global e abordar as principais questões relacionadas com a segurança alimentar, biotecnologia, gestão, comércio e imagem do produtor, e a DATAGRO, uma das maiores empresas de consultoria agrícola do mundo.

Datagro  

Comunicado sobre efeitos da greve dos caminhoneiros para as usinas em Goiás

O Sifaeg, sindicato que representa os produtores de etanol em Goiás, esclarece que das 31 usinas que já estão em safra, 19 tiveram que interromper a produção por falta de óleo diesel para abastecer as máquinas agrícolas utilizadas na colheita e transporte da cana-de-açúcar. Faltam também fertilizantes e insumos químicos utilizados nas indústrias.

Se os bloqueios nas estradas perdurarem por mais dois dias, todas as usinas do estado terão que interromper a produção já a partir de quarta-feira desta semana.

No caso da comercialização de etanol, as distribuidoras não conseguem retirar o combustível que já compraram de dentro das usinas. Sendo assim, a venda de etanol teve que ser  suspensa, acarretando inclusive perda de arrecadação de impostos para o estado. Trata-se de um problema grave porque as empresas poderão enfrentar, neste fim de mês, dificuldades para pagar seus colaboradores e também os  fornecedores de cana.

Esclarecemos ainda que, com a paralisação da colheita da cana, as usinas ficam sem estoques de bagaço para uso na co-geração de energia, diminuindo a oferta de energia para o sistema elétrico.

Jalles capta R$133 milhões no mercado de capitais

Goianésia, 11 de maio de 2018 – A JALLES MACHADO S.A., uma das maiores produtoras de açúcar e etanol da região Centro-Oeste, informa que, em 09 de maio de 2018, foi divulgado o anúncio de encerramento da distribuição pública de certificados de recebíveis do agronegócio (CRAs) da 1ª série da 2ª emissão da FORTESEC securitizadora, lastreados em cédula de produto rural financeira emitida pela Jalles Machado S.A.

A emissão teve como coordenador a XP Investimentos. A demanda total superou a oferta inicial de R$100,0 milhões e, com o exercício dos lotes adicional e suplementar, o montante foi de R$133,3 milhões remunerados à taxa de CDI +1,4% a.a. Os recursos serão utilizados para reforçar a já robusta liquidez da Companhia.

O prazo da operação é de 45 meses com amortização de 50% no 33º mês e 50% na data de vencimento.

Esta foi a terceira emissão sobre a ICVM 400 e a primeira distribuição continuada, fato que possibilitou à Companhia abranger número ainda maior de investidores. No total, 2.151 investidores adquiram os CRAs, perante 1.270 na emissão anterior. Crescimento de 70%.

“O sucesso da operação perante o Mercado Financeiro e de Capitais é fruto do reconhecido trabalho da Jalles Machado na busca contínua pelas melhores práticas de governança corporativa e gestão eficiente de seus negócios. Agradecemos a parceria de todos os stakeholders e a confiança dos investidores”, ressalta o diretor financeiro, Rodrigo Penna.

O documento completo encontra-se disponível nos sites de RI da Companhia, CVM, coordenador da oferta e securitizadora.

 

Sobre a Jalles Machado

A Jalles Machado é uma agroindústria referência no setor sucroenergético nacional. Com produtos de qualidade, produção sustentável e responsabilidade social, a empresa possui duas plantas industriais, ambas em Goianésia-GO, gera 3.500 empregos diretos e exporta para mais de 20 países. Fundada em 1980, a Jalles produz açúcar cristal e orgânico; etanol anidro, hidratado, industrial e orgânico; levedura; produtos de higiene e limpeza; e energia elétrica, a partir do bagaço e da palha da cana.

GLOBAL AGRIBUSINESS FORUM 2018

A próxima edição do Global Agribusiness Forum (GAF18), o maior evento voltado para o agronegócio mundial acontecerá nos dias 23 e 24 de julho, no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo (SP).

O evento colocará em pauta o futuro do agronegócio e as questões mais desafiadoras no campo como segurança alimentar, qualidade do alimento, sanidade, rastreabilidade, energia a partir de bases agrícolas, comércio internacional e mudanças climáticas.

Pam Johnson, Presidente da MAIZALL, Alysson Paolineli, Presidente Executivo da Abramilho, Roberto Jaguaribe, Presidente da Apex-Brasil, Arnaud Petit, Diretor Executivo da International Grains Council (IGC), Rajan Gajaria, COO para a Divisão de Agricultura DowDuPont são alguns nomes já confirmados para o evento.

Mais informações:

http://www.globalagribusinessforum.com/pt-br/