RenovaBio aprovado pelo Senado Federal

Os senadores aprovaram nesta terça-feira, dia 12, em plenário, o PLC 160/2017, que dispõe sobre a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio). De autoria do deputado federal Evandro Gussi (PV-SP), o projeto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados no final de novembro. Nas duas casas legislativas a tramitação foi em Regime de Urgência. A matéria agora vai à sanção do presidente Michel Temer que terá um prazo de 15 dias para sancionar ou vetar o Projeto.

O RenovaBio é um programa de incentivo à produção de biocombustíveis que foi lançado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em dezembro de 2016. O Programa visa a descarbonização da matriz de transporte, com o aumento da produção e consumo dos combustíveis limpos e renováveis, como o etanol, biodiesel, biogás e bioquerosene de aviação. O RenovaBio prevê ainda maior geração de empregos e renda, segurança energética, previsibilidade de investimentos, melhoria da qualidade do ar nas grandes metrópoles e incentivos à inovação tecnológica.

 

Centro-Sul: Vendas de etanol crescem e ritmo de moagem diminuiu na 2ª quinzena de novembro

A moagem de cana-de-açúcar pelas unidades produtoras do Centro-Sul alcançou 15,22 milhões de toneladas nos últimos 15 dias de novembro; retração de 34,80% sobre a primeira metade do mês (23,35 milhões de toneladas) e de 22,64% em relação à mesma quinzena de 2016 (19,68 milhões de toneladas).

No acumulado mensal, esse recuo atingiu 6,94%, com 38,58 milhões de toneladas processadas em novembro de 2017, contra 41,45 milhões de toneladas registradas no mesmo mês do ano anterior.

De acordo com o diretor Técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Antonio de Padua Rodrigues, “essa queda na moagem se deve às chuvas, que dificultaram a colheita em importantes áreas canavieiras, e ao encerramento da safra por diversas unidades”.

De acordo como levantamento realizado pela UNICA, 147 usinas e destilarias haviam finalizado suas atividades até 30 de novembro. Até a mesma data de 2016, eram 167 unidades.

No acumulado desde o início da safra 2017/2018 até 1º de dezembro, a quantidade moída somou 568,18 milhões de toneladas, contra 581,70 milhões de toneladas apuradas no mesmo período do último ano – atraso superior a 10 milhões de toneladas.

Produção de açúcar e etanol

A proporção de cana-de-açúcar destinada à fabricação de etanol totalizou 52,89% desde o início da safra 2017/2018 até 1º de dezembro. Na segunda quinzena de novembro, essa proporção alcançou expressivos 63,17%, caracterizando percentual de cana direcionada à fabricação de etanol no atual ciclo 2017/2018.

“Como esperado, o mix na quinzena se apresentou altamente favorável ao etanol. Nos meses finais do ciclo agrícola é natural que a produção de açúcar diminua. Nesse ano, entretanto, essa condição foi intensificada pelos preços relativos entre o açúcar e o etanol mais atrativos a esse último, e pelas condições no mercado de combustíveis, as quais permitiram um avanço considerável nas vendas de etanol”, explica Rodrigues.

Esse movimento de mudança de mix das usinas se reflete na produção quinzenal de açúcar. Na atual safra, a produção quinzenal chegou a superar o ciclo passado em 1,17 milhão de toneladas, volume registrado na 1ª quinzena de junho. Contudo, desde a 2º quinzena de setembro, a quantidade fabricada é inferior à safra 2016/2017, sendo que na última metade de novembro a produção ficou aquém em 402 mil toneladas, com uma produção que representa menos de 1/3 da quantidade fabricada na mesma quinzena de 2016 (733,52 mil toneladas vs 1,14 milhão de toneladas).

Já a produção de etanol se manteve praticamente estável, com 799,81 milhões de litros (300 milhões de litros de anidro e 499,81 milhões de litros de anidro) frente aos 795,14 milhões de litros registrados no ano passado.

No acumulado da safra 2017/2018, a produção de açúcar somou 35,09 milhões de toneladas, ao passo que o volume fabricado de etanol atingiu 24,46 bilhões de litros, sendo 10,50 bilhões de litros de anidro e 13,96 bilhões de litros de hidratado.

Qualidade da matéria-prima

No acumulado desde do começo da safra 2017/2018, a quantidade de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) aumentou quase 3% em relação ao ciclo anterior, com 137,57 kg por tonelada até 1º de dezembro.

Vendas de etanol

Em novembro, as vendas de etanol pelas unidades produtoras do Centro-Sul somaram 2,33 bilhões de litros, sendo 89,95 milhões de litros destinados à exportação e 2,24 bilhões de litros ao mercado interno.

Nesse mercado, o volume comercializado de hidratado alcançou 1,46 bilhão de litros, significativo crescimento de 40,27% sobre o valor apurado no mesmo mês de 2016. Já no caso do anidro, as vendas domésticas totalizaram 787,10 milhões de litros.

Para o diretor da UNICA, “esse expressivo volume de etanol hidratado vendido em novembro mostra que existe forte potencial de demanda pelo produto”. O executivo acrescenta que a expectativa é de que o ritmo de venda permaneça consistente no mês de dezembro, frente à maior competitividade do biocombustível em relação ao seu concorrente, a gasolina.

Considerando somente as vendas do hidratado para fins carburante (aquele utilizado como combustível diretamente nos veículos e motocicletas flex), estas aumentaram 41,51% comparativamente ao ano anterior: foram 1,38 bilhão de litros comercializados em novembro de 2017, contra 975,25 milhões de litros observados em novembro de 2016.

UNICA

 

RenovaBio é tema de reunião com presidente do Senado

O presidente-executivo do Sifaeg e do Fórum Nacional Sucroenergético, André Rocha e vários outros representantes do setor de biocombustíveis, se reuniram com o presidente do Senado, Eunício Oliveira. A reunião, nesta terça-feira, dia 05, teve como objetivo solicitar o apoio do parlamentar para a aprovação do projeto de lei que cria a Política Nacional de Biocombustíveis, o RenovaBio. O Projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados na semana passada e agora tramita no Senado como PLC n° 160/2017. O RenovaBio tem como meta principal a criação de uma commodity ambiental, por meio dos créditos de descarbonização (CBios). Esses créditos serão emitidos pelos produtores e negociados na bolsa de valores.  A reunião contou com a presença dos senadores Cidinho Santos (PR-MT), Fernando Bezerra (PMDB-PE), Armando Monteiro (PTB-PE), Wilder Morais (PP-GO), Lídice da Mata (PSB-BA), Randolfe Rodrigues (REDE-AP), João Capiberibe (PSB-AP), Agripino Maia (DEM-RN), Eduardo Lopes (PRB-RJ) e Lasier Martins (PSD-RS), diversos deputados, entre eles, o presidente da Frente Parlamentar Mista do Biodiesel, Evandro Gussi (PV-SP) e João Fernando Coutinho (PSB-PE), relator do projeto na Câmara, além do, da presidente da ÚNICA, Elizabeth Farina e do diretor superintendente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), Donizete Tokarski.

  Imprensa Sifaeg

RenovaBio

O SIFAEG, sindicato que representa os produtores de etanol em Goiás, avalia que a aprovação e a implantação do RenovaBio se constituirão em incentivos relevantes para os biocombustíveis, permitindo o avanço das energias renováveis no Brasil.

O Projeto do RenovaBio, que está sendo apreciado hoje, no plenário da Câmara dos Deputados, representa um compromisso com o desenvolvimento de iniciativas de sustentabilidade e preservação ambiental, fundamentais para o cumprimento até 2030, das metas firmadas no Acordo de Paris. Metas que foram inclusive ratificadas pelo governo brasileiro.

O SIFAEG apoia e entende a iniciativa como um impulso relevante ao desenvolvimento da produção de biocombustíveis no Brasil, e defende que metas para elevação do uso de combustíveis que não sejam fósseis sejam determinadas a partir dos compromissos de descarbonização assumidos pelo país.

Importante ressaltar que, o RenovaBio  estimula a eficiência da produção, com ganhos de produtividade e ainda valoriza os biocombustíveis nacionais, dando previsibilidade à segurança energética e assegurando investimentos em inovação tecnológica. Além disso, a nova realidade que virá com o Programa em vigência, irá permitir a interiorização do desenvolvimento e a tão urgente retomada de investimentos no setor, com geração de emprego e renda.

Neste cenário, o RenovaBio ainda trará benefícios para o meio ambiente e para a saúde pública, pois ajudará a diminuir a emissão de gás carbônico. O Projeto não é uma renúncia fiscal e nem tão pouco uma política de subsídios e não prevê a criação de novos impostos.

RenovaBio – Compromisso com melhores tempos para o Brasil, com mais energia limpa e renovável!

SIFAEG – Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol do Estado de Goiás

Câmara aprova regime de urgência para RenovaBio

A Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, dia 22, a tramitação em regime de urgência para acelerar o trâmite de aprovação do Projeto de Lei nº 9086/2017 que cria o programa RenovaBio.  O deputado federal Evandro Gussi (PV-SP) foi o autor do pedido que teve  299 votos favoráveis, nove contrários e uma abstenção. Com isso, o PL passa a ser prioridade entre as pauta a serem analisadas em plenário.

O RenovaBio é considerado fundamental para que haja a retomada de investimentos na indústria de biocombustíveis e também criará condições para que o Brasil possa cumprir as metas de “descarbonização” assumidas no Acordo de Paris.

Além de proporcionar a melhoria da poluição atmosférica nas grandes cidades, evitando a emissão de aproximadamente 571 milhões de toneladas de CO2, volume equivalente a três vezes o total emitido pelo desmatamento de florestas no País de 2014 a 2030, os investimentos somente na cadeia produtiva do etanol, que atualmente emprega cerca de 1 milhão de pessoas, poderão gerar mais 750 mil empregos.

    Sifaeg

PL do RenovaBio já tramita no Congresso Nacional

Foi protocolado no Congresso Nacional, na terça-feira passada, dia 14, o Projeto de Lei (PL) 9086/2017, que cria a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio). O RenovaBio vem sendo preparado pelo governo federal e entidades representativas de toda a cadeia produtiva dos biocombustíveis com o objetivo de incentivar a produção e consumo de combustíveis limpos e renováveis. Especialistas da área afirmam que o RenovaBio é fundamental para que o Brasil cumpra os compromissos relacionados às metas do clima assumidos no Acordo de Paris, bem como para assegurar o abastecimento de combustíveis no País. Se aprovado, o Projeto seguirá para sanção da Presidência da República.

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), que representa grande parte da indústria produtora de etanol no Brasil, comemora o envio do PL ao Congresso Nacional e em nota afirma que a proposta de criação dessa política inovadora trará previsibilidade para a retomada dos investimentos e crescimento da produção do biocombustível, sem depender de subsídios do governo e de renúncia fiscal. A Unica afirma ainda que existe a expectativa de que o Projeto tramite no Congresso em caráter de urgência para ser regulamentado ainda em 2018.

“O desenvolvimento e o encaminhamento dessa proposta tiveram a liderança do Ministério de Minas e Energia, com o apoio dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e uma importante contribuição de diversos setores ligados à cadeia produtiva de biocombustíveis. É resultado da construção de um consenso entre agentes da cadeia de produção e consumo de biocombustíveis, incluindo a sociedade civil (ONGs), governo e parlamento, em particular do Presidente da Frente Parlamentar do Setor Sucroenergético, Deputado Alexandre Baldy (GO-Podemos) e dos membros da Frente Parlamentar da Agricultura”, diz a nota. Canal-

 

Jornal da Bioenergia

 

Cerrado

Produtividade da cana-de-açúcar pode aumentar em consórcio com milho 

Vendas de etanol hidratado avançam no Centro-Sul

•             O volume de cana-de-açúcar processado pelas unidades produtoras do Centro-Sul totalizou 30,02 milhões de toneladas na segunda quinzena de outubro de 2017. Esse resultado é inferior às 32,39 milhões de toneladas processadas na primeira metade do mês e 5,62% menor quando comparado à moagem observada na última quinzena de outubro de 2016 (31,81 milhões de toneladas).

•             Essa retração se deve às chuvas intensas que ocorreram nas áreas canavieiras do Estado de São Paulo, no noroeste do Paraná, Triângulo Mineiro e sul goiano.

•             Até 31 de outubro, 43 unidades produtoras encerraram a safra 2017/2018. Até essa mesma data de 2016, eram 67 unidades com operação finalizada.

•             No acumulado desde o início do ciclo 2017/2018 até 31 de outubro, a moagem alcançou 529,60 milhões de toneladas, 1,97% abaixo daquela verificada no mesmo período do último ano (540,25 milhões de toneladas).

•             Nos 15 dias finais de outubro, a quantidade de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) totalizou 153,64 kg por tonelada de cana processada, registrando aumento de 4,91% em relação à primeira quinzena de outubro. Esse crescimento no ATR produto foi influenciado, entre outros fatores, pelas chuvas ocorridas nos últimos dias do mês de outubro, reduzindo a moagem devido a parada das unidades. Em contrapartida, na avaliação do ATR da cana, aquele verificado antes do processo produtivo, o indicador registra queda entre 2% a 3% no Centro-Sul.

•             No acumulado da atual safra, o ATR produto atingiu 137,80 kg por tonelada, frente aos 134,00 kg contabilizados no mesmo período do ciclo 2016/2017.

•             Na última quinzena de outubro, 42,85% da matéria-prima processada destinou-se à fabricação de açúcar, ante 49,29% computados no mesmo período do ano passado e 43,87% na primeira metade de outubro de 2017. No acumulado de 2017/2018 até 31 de outubro, este percentual foi de 47,60%.

•             A fabricação de açúcar na última metade de outubro alcançou 1,88 milhão de toneladas, queda de 5,02% sobre a quinzena anterior e de 8,68% sobre a quantidade registrada ao final de outubro de 2016 (2,06 milhões de toneladas). Desde o início da safra 2017/2018 até o momento, a produção somou 33,10 milhões de toneladas.

•             No caso do etanol, a tendência é contrária. Nos últimos 15 dias de outubro, sua produção avançou 19,60% sobre o mesmo período de 2016, totalizando 1,57 bilhão de litros (921,07 milhões de litros de hidratado e 648,70 milhões de litros de anidro). Entre o início do ciclo 2017/2018 até 31 de outubro, o volume fabricado atingiu 22,60 bilhões de litros (12,86 bilhões de litros de hidratado e 9,74 bilhões de anidro).

•             A produção de etanol a partir do milho no acumulado de abril a outubro somou 206,18 milhões de litros, ante 78,82 milhões de litros na safra 2016/17. No mês de outubro deste ano, a produção alcançou 45,5 milhões de litros.

•             Em relação à produtividade agrícola, no acumulado de abril a outubro, a retração no rendimento do canavial no Centro-Sul atingiu 1,58%, segundo pesquisa do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC). Nesse período, a produtividade agrícola na região totalizou 77,53 toneladas por hectare, contra 78,77 toneladas por hectare no ciclo anterior. No mês de outubro, para uma amostra de 150 unidades, o rendimento médio da área colhida por hectare atingiu 66,30, queda de 0,45% em relação ao índice apurado no mesmo mês do último ano.

•             As vendas de etanol pelas unidades produtoras do Centro-Sul alcançaram 2,46 bilhões de litros em outubro de 2017; forte alta de 15,21% em relação ao mesmo mês do último ano. Trata-se também do maior volume mensal na atual safra.

•             Esse resultado decorre principalmente da ampliação das vendas de hidratado ao mercado interno. Estas totalizaram 1,50 bilhão de litros, aumento de 21,66% sobre os 1,23 bilhão de litros apurados em outubro de 2016.

•             Na segunda metade do mês, o volume comercializado do biocombustível no mercado doméstico atingiu surpreendentes 839,63 milhões de litros, o que corresponde a um crescimento de 32,48% sobre os 633,77 milhões de litros vendidos no mesmo período do ano passado. Historicamente, este é o segundo maior valor já observado, superado apenas pelos 877,33 milhões de litros registrados na última quinzena de outubro de 2015.

•             Em relação ao etanol anidro, as vendas ao mercado interno somaram 794,46 milhões de litros em outubro de 2017, com 443,38 milhões de litros comercializados na segunda metade do mês.

•             As exportações alcançaram 171,97 milhões de litros em outubro, dos quais 79% foram de anidro.

•             Esse avanço reflete os preços atrativos do produto comparativamente à gasolina em boa parte do mercado consumidor brasileiro. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo, há dez semanas consecutivas abastecer com etanol é mais econômico.

Unica

 

​Renovabio: por que a demora?

A 17a. Conferência Internacional DATAGRO sobre Açúcar e Etanol, que se encerra nesta terça-feira, em São Paulo (SP), detalhou o RenovaBio nos painéis realizados no primeiro dia da programação. O Programa, em estado de gestação no governo federal, trata da expansão da produção de biocombustíveis no País, com foco no abastecimento doméstico, geração de excedentes para exportação e redução das emissões de gases de efeito estufa na matriz de transportes. André Rocha, presidente-executivo do Sifaeg e presidente do Fórum Nacional  Sucroenergético, participa da Conferência e ressalta que o Renovabio precisa ser alçado ao “status“ de política de Estado, para que o Brasil possa avançar em sua trajetória de liderança no cenário mundial de biocombustíveis. Para Plínio Nastari, presidente da Datagro, consultoria que realizada o evento, o Renovabio não se trata de subsídios, nem de imposto sobre combustíveis fósseis. “O Renovabio é uma política pública de indução de eficiência energética e de reconhecimento da capacidade de promover descarbonização.” Apesar de ser considerado um excelente Programa, o Renovabio segue enfrentando entraves internos no governo. Alguns setores temem que a iniciativa alimente a inflação no país. Sobre essa questão, André Rocha diz que essa preocupação não tem justificativa. “Temos a inflação em queda e abaixo da meta estipulada pelo governo e é incontestável que o Brasil precisa de uma política de desenvolvimento e de recuperação de investimentos e geração de empregos. O Renovabio terá efeitos positivos também nesta área” afirma o executivo. Em relação ao setor sucroenergético, André afirma que haverá ganhos de eficiência e produtividade que poderão reduzir custos de produção do etanol e do açúcar que serão repassados para os consumidores. “Se não tivermos o Renovabio teremos que aumentar muito a importação de combustíveis (diesel, gasolina e etanol). Isso em um cenário de portos sem condições adequadas que suportem crescimento acentuado de fluxo de produtos.

Assessoria de imprensa do Sifaeg

Presidente do Sifaeg é homenageado na 17ª Conferência Internacional DATAGRO sobre Açúcar e Etanol

 Hoje, durante a abertura da 17ª Conferência Internacional sobre Açúcar e Etanol, Plínio Nastari, presidente da DATAGRO, homenageou o presidente-executivo do Sifaeg/Sifaçúcar e presidente do Fórum Nacional Sucroenergético, André Rocha. “André tem tido uma participação brilhante em todo o processo de preparação do Renovabio, tendo uma contribuição de alta qualidade. André,  ao agradecer a homenagem ressaltou o papel estratégico que o Programa terá no estímulo à produção de biocombustíveis no Brasil. Além do executivo goiano, foram homenageados os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin, de Goiás, Marconi Perillo, de MS, Reinaldo Azambuja e o ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho Filho além de parlamentares que têm atuado nas articulações para que o Renovabio se torne realidade. O Programa Renovabio, que tem o objetivo de promover a expansão da produção de biocombustíveis, é um dos temas centrais da Conferência que acontece até amanhã, terça-feira, dia 07, em São Paulo. Ainda em eleboração pelo governo federal, o Renovabio tem como meta dar mais previsibilidade para o mercado de combustíveis, induzindo ganhos de eficiência energética e de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa na produção, comercialização e uso de biocombustíveis