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Written by Depto. Tecnologia on . Posted in Informe SIFAEG, xTimeLine

Novas medidas para crise no setor sucroenérgetico devem ser tomadas

  FOTO ANDRÉ ROCHA

Desde 2008, o setor sucroenergético brasileiro vem enfrentando uma crise que, segundo especialistas e líderes do meio, foi ocasionada também pela falta de políticas públicas governamentais. O país passou por mudanças que impactaram um dos setores mais relevantes do agronegócio. Segundo o presidente do SIFAEG e do Fórum Sucronergético Nacional, André Rocha, os prejuízos foram sendo acarretados aos longos dos anos. “Tivemos impacto na economia e na balança comercial”, conta Rocha, que, nos próximos dias, participará da 9ª edição da ISO DATAGRO NEW YORK Sugar e Etanol , apontando para políticas públicas de desenvolvimento do açúcar e etanol no Brasil.

 Com exclusividade ao Universo Agro, André Rocha aborda alguns dos principais resultados da crise e com quais medidas o país precisa ficar atento para mudar este cenário.

 UAGRO: Quais foram os maiores prejuízos acarretados para o setor sucroenergético ao longo dos últimos seis anos?

 André Rocha: Pudemos acompanhar grandes prejuízos no setor de grande potencial para o país. Os impactos se deram diretamente na economia. Houve encerramento de unidades produtoras de açúcar e etanol, bem como empresas do segmento em entraram em recuperação judicial ou que declaram falência, gerando desempregos, fechamentos de lojas de insumos agrícolas e demais setores da cadeia produtiva.

Os prejuízos se estenderam para balança comercial, a partir do momento que passamos a importar combustíveis, além das questões de saúde pública e ambiental com a redução do uso de bioenergia (energia limpa gerada pela cana-de-açúcar), entre outros.

 UAGRO: Recentemente, o governo adotou medidas, como o retorno da CIDE e aumento de etanol na gasolina, em resposta ao setor sucroenergético. Hoje, já é possível perceber mudanças no mercado devido aos incentivos a curto prazo?

André Rocha: Estamos num ano difícil de ajustes, desvalorização do real, alta do preço do diesel que ainda prejudica o setor. Mas as primeiras medidas – como retorno da CIDE, aumento do etanol na gasolina, além dos leilões de biomassa – são boas iniciativas do governo. É o primeiro passo dado para sair da crise. Porém precisamos de outras políticas públicas que são primordiais para o setor crescer novamente.

 UAGRO: E, quais medidas ainda precisam ser tomadas para alavancar o setor?

André Rocha: O governo deve estar atento ao endividamento para dar sobrevida às empresas do setor. Ao dar essa luz, é possível promover incentivos de créditos para que usinas possam ampliar suas produções, enquanto se valoriza o consumo com expansão a redução do ICMS para demais estados produtores e ampliação da eficiência dos motores flex.

Investir em pesquisas e tecnologia também deve fazer parte das políticas públicas, oferecendo condições melhoria a produtividade da cana por meio dos transgênicos, bem como ampliar a tecnologia do etanol de segunda geração (2G).

O país deve aumentar a participação dos combustíveis limpos e o valorizar, adotando medidas que permitam o consumo de combustíveis baseado em energia limpa.

 UAGRO  

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