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Novas usinas de etanol 2G no Brasil vão custar R$ 2,5 bilhões até 2024 | Sifaeg

Novas usinas de etanol 2G no Brasil vão custar R$ 2,5 bilhões até 2024

Written by Depto. Tecnologia on . Posted in Informe SIFAEG, xTimeLine

As oito usinas de etanol de segunda geração, que devem entrar em operação até 2024, vão custar cerca de R$ 2,5 bilhões. A informação foi confirmada pela empresa do setor sucroenergético Raízen, que inaugurou nesta quarta-feira (22), em Piracicaba (SP), a primeira planta do combustível produzido pelo bagaço da cana-de-açúcar no Brasil. A estimativa é que, juntas, as fábricas façam 1 bilhão de litros do chamado etanol “2G” por ano.

 Após a inauguração da primeira usina de etanol 2G no Brasil nesta quarta, com a presença da presidente Dilma Rouseff (PT) e do governador Geraldo Alckmin (PSDB), a Raízen espera um aumento mínimo de 50% na produtividade, sem precisar ampliar a área de plantio, chegando a 290 litros de combustível por tonelada de matéria seca. A nova planta será integrada à unidade Costa Pinto, também do grupo.

 De acordo com o diretor da planta, Antonio Alberto Stuchi, o aumento na capacidade de produção do etanol celulósico também vai gerar economia nos processos. “Se nossa planta performar os 290 litros por tonelada, quando conseguirmos trazer toda a biomassa do campo, já teremos custo mais competitivo”, disse.

Fábrica

 Costruída em uma área de 30 mil metros quadrados e com capacidade para produzir 42 milhões de litros por ano, a unidade em Piracicabaé a primeira no país destinada exclusivamente para a produção desse tipo de combustível, segundo a empresa. A fábrica custou R$ 237 milhões e parte dos recursos são do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 As sete novas plantas serão construídas quando o custo de produção do etanol de segundo geração ficar no mesmo patamar que o de primeira. Quando anunciou a construção das usinas, a Raízen não informou onde serão localizadas as próximas fábricas do novo combustível, mas afirmou que elas não precisam ser integradas à usina já existente, como do caso da inaugurada nesta quarta em Piracicaba.

Adaptações

 Na safra de 2014/2015, a usina do etanol 2G, que começou a operar em novembro do ano passado em fase de testes, produziu cerca de 1 milhão de litros de do biocombustível. O diretor da planta comentou que a fábrica passa por adaptações.

 “A ideia agora é fazer algumas modificações no projeto para melhorar a ação das enzimas processo de produção e também o manuseio do bagaço. Começamos a enxergar algumas oportunidades para isso”, explicou.

 A Raízen produz anualmente cerca de 2 bilhões de litros de etanol comum (de primeira geração) e comercializa perto de 22 bilhões de litros de combustíveis por ano (25% do mercado brasileiro).

 Pioneiras

Além da planta da Raízen, existem unidades produtoras do etanol de segunda geração também em São Manuel (SP) e São Miguel dos Campos (AL), mas as usinas não produzem exclusivamente o combustível, como vai acontecer em Piracicaba a partir da inauguração desta quarta.

 Juntas, as três fábricas terão capacidade para produzir 127 milhões de litros do combustível por ano.

Comercialização

O etanol celulósico chegou às bombas de combustível no fiinal de 2014 em Piracicaba. Com sede na cidade, a Raízen forneceu 200 mil litros do 2G a um posto no município no dia 17 de dezembro. Foi a primeira vez que o produto foi comercializado no país, segundo a empresa.

 No ano passado, a Raízen informou que o biocombustível chegaria aos consumidores com o mesmo preço do etanol de primeira geração.

 A produção de etanol “2G” era testada pela companhia desde 2012 no Canadá, em parceria com uma empresa canadense de biotecnologia.

 No Brasil são produzidos anualmente cerca de 28 bilhões de litros de etanol de primeira geração, segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

G1

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