Sifaeg e FCStone realizam seminário sobre tendências do mercado para etanol e açúcar

   FCStone1Na sexta-feira, 11 de setembro, o Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol do Estado de Goiás (SIFAEG) e Sindicato da Indústria de Fabricação de Açúcar do Estado de Goiás (SIFAÇUCAR) em parceria com a INTL FCStone, realizou  na sede da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), um seminário sobre o setor sucroenergético. Durante o evento foi ministrada a palestra “Perspectivas de Açúcar & Etanol e Dólar”, pelo consultor em gerenciamento de riscos na INTL FCStone, Murilo Fontanetti Aguiar

Entre os temas tratados com profissionais do setor estão o balanço de oferta e demanda mundial, o panorama das safras dos principais players, o cenário macroeconômico mundial e as tendências futuras.

Durante a abertura do seminário, Otávio Laje de Siqueira Filho, presidente do Conselho Administrativo do SIFAEG/SIFAÇUCAR, comentou sobre a crise do setor sucroenergético. Segundo ele, em função do prejuízo que o setor teve ao longo dos anos, a criatividade tem que ser exercida cotidianamente na gestão das usinas. Ele ressaltou a importância de uma consultoria eficaz para o bom desempenho das empresas produtoras de etanol, açúcar e bioeletricidade.

O consultor da INTL FCStone,Bruno Lima, esclareceu que a FCStone  atua com o objetivo de minimizar os riscos. “Estudamos para antecipar algumas ações e reduzir os riscos como preços da commodity, mercado com muita especulação, câmbio volátil e ambiente doméstico político.”

O consultor Murilo Aguiar destacou as principais incertezas na economia mundial. Entre as grandes variáveis que podem determinar o futuro do setor sucroenergético estão as safras mundiais, clima, câmbio e cenário doméstico.

Segundo Murilo, o maior problema econômico do setor sucroenergético tem sido o câmbio doméstico e a desvalorização do Real. “No ano de 2010, o Brasil apresentava crescimento acima de 7,5% ao ano. Desde então passamos por mercado decrescente de PIB. O ano de 2014 foi um ano perdido, estagnado, com crescimento praticamente zerado. A previsão para 2015 do governo é de retração de 1,5%.”

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